sexta-feira, 20 de julho de 2007

Tomada de consciência

Um dos meus maiores problemas de consciência é a questão ambiental que o meu gosto provoca.
Os carros são uma das maiores causas da poluição neste momento a nível mundial. O aumento do consumo de combustível provoca uma maior procura do petróleo e com isso o planeta terra fica mais pobre, mais poluido. Torna-se um ciclo vicioso.
A dor que sinto quando vou pagar o gasóleo que coloco no meu carro, só é suplantada pela necessidade que tenho de utilizar o meu veículo.
Por isso mesmo decidi que tinha que fazer algo para poupar o meu bolso e o ambiente.
Podia andar mais de autocarro, mas a ideia não me agrada. Afinal o carro sempre é uma questão status, ou não? Além disso era abandonar a minha família!!
Fui à procura de outras soluções o tal 2 em um...

domingo, 1 de julho de 2007

10 ideias para poupar o seu carro

As 10 regras que indicamos a seguir são intuitivas, quase banais, mas a maioria dos condutores não as observa. Faça um esforço e verá que vale a pena.

1 - Tenha cuidado com o seu carro, isto é, siga escrupulosamente as datas de manutenção aconselhadas pelo fabricante e mantenha o veículo com o motor bem afinado. Um motor mal afinado é responsável pelo aumento do consumo em cerca de 10%.

2 - Verifique com regularidade a pressão dos pneus, pelo menos uma vez por mês. Uma pressão inferior à indicada pelo fabricante do automóvel ou dos pneus significa maior resistência ao rolamento e, consequentemente, maior consumo de combustível. Menos 0,3 bar na pressão dos pneus aumenta o consumo em cerca de 3%.

3 - Tenha os órgãos vitais do seu automóvel bem regulados, especialmente a direcção. Mais uma vez, uma direcção desacertada ou pneus mal equilibrados aumentam a resistência ao rolamento e, necessariamente, o consumo.

4 - Veja como coloca a bagagem e evite excesso de peso. Mais importante ainda: se precisar de utilizar porta-bagagens de tecto, monte-o apenas quando precisar dele. Mesmo sem bagagem, este acessório aumenta a resistência aerodinâmica e, mais uma vez, o consumo. A 120 km/h a simples presença desse porta-bagagens incrementa o consumo em aproximadamente 20%.

5 - Aqueça o motor em marcha e não parado, especialmente num recinto fechado onde os gases de escape ficam retidos. A melhor maneira de aquecer o motor é pô-lo a funcionar, esperar uns breves segundos para que os fluidos circulem normalmente e ponha o carro em andamento logo de seguida. Use uma marcha suave e vigie a temperatura do motor. Bastam breves minutos para que o motor (água e óleo) atinja a temperatura normal de funcionamento.

6 - Evite os pequenos trajectos. Estima-se que 10% dos trajectos urbanos têm menos de 1 quilómetro e 25% deles têm entre 1 e 3 quilómetros. Nestas condições o seu motor funciona a regimes muito variáveis e em carga parcial, aumentando o gasto de combustível. Além disso, a pequenos trajectos está, geralmente, associado frequentes arranques a frio, ou seja, o motor consome mais combustível para a mesma quantidade de ar e emite maior quantidade de CO2, mau grado os avanços da electrónica.

7 - Utilize o regime mais apropriado do motor. Procure circular, sempre que possível, a um regime próximo do que corresponde à obtenção do binário máximo, pois é aí que o motor faz menor esforço.

8 - Não seja agressivo ao volante. Evite os arranques bruscos e as travagens inopinadas, pois está a desperdiçar energia. Se vir uma fila de trânsito ou um obstáculo à sua frente, antecipe a travagem e actue suavemente no pedal. E ponha de lado aquele péssimo hábito de acelerar parado.

9 - Seja cuidadoso com o conforto. É uma verdade que, guiar confortavelmente é guiar seguro, mas atenção à utilização inadequada ou excessiva de certos equipamentos que consomem energia, como é o caso do ar condicionado.

10 - Evite circular com os vidros abertos, sobretudo a partir de uma certa velocidade. Para além de aumentar o ruído, sobretudo na zona dos infrasons e o risco de entrada de insectos ou outros objectos, aumenta a resistência aerodinâmica e o consumo em cerca de 5%

Fonte: A.C.P.

nsporte

O carro um elemento da família?

Já lá vai para cerca de 5 anos, bem é mesmo 5 anos, que troquei o meu suzuki vitara por um toyota corola. As circunstâncias mudaram e o carro mudou também. Com uma certa relutância confesso pois o outro me dava a possibilidade de ir onde eu quisesse mesmo que nunca fosse, mas a possibilidade de ir me fazia feliz. Após várias pesquisas optei por um modelo que gostasse, (as mulheres são assim mesmo), e que já que não podia fazer todo o terreno ao menos que transmitisse potência. Um mês depois já o conduzia, com 2000 de cilindrada a gasóleo, para poupar combustível. Um dia feliz e confesso que foi um excelente opção pois passado todo este tempo está impecável. Fico a pensar se o tempo que passamos com ele, os cuidados, a atenção a preocupação não o fará um elemento da nossa família.
Para o conservar melhor e porque a vida infelizmente não nos permite grandes luxos me tornei uma perita em saber pormenores de como posso prolongar a sua vida. Depois vou partilhando